domingo, 29 de junho de 2014

Degustação

Olá pessoas! Todos à bordo?

Tem muito tempo que estou com o livro finalizado, foi em março de 2012 que terminei e continuo na batalha para publicá-lo, participando de promoções e incentivos do governo, mas nunca sou selecionada.

Para agraciar meu público fiel, então, resolvi colocar uma degustação do capítulo 1 inteiro para verem meu estilo de escrita e me darem um feedback.

Clique aqui para ler a degustação.

Muito obrigada pela atenção.

Até mais!

Pri

sábado, 28 de junho de 2014

Promoção 100 Seguidores alterada!

Olá gente!


Em 11/11/2011 fiz um post com uma promoção para conseguir 100 seguidores na page, mas até hoje isso não aconteceu. Então eu resolvi passar a promoção para o facebook, para ter 100 curtidores na página.



Quem quiser participar, pode seguir este link: sorteiefb.com.br/tab/promocao/359733

 A ilha do tesouro é um clássico da literatura infanto-juvenil. Conta a
história de Jim Hawkins, um garoto que mora com os pais numa pensão que
administram, a Hospedaria Almirante Benbow. Jim vive diversas aventuras
após a chegada de um lobo do mar. Este livro é pioneiro pois nele
aparece pela primeira vez a idéia de um mapa do tesouro com um "X"
marcado onde a arca estava enterrada, também estereotipando o pirata com
perna de pau e um papagaio no ombro, uma figura tão popular hoje em
dia.

Para participar é fácil:
1 - Curta a página do La Viratta no Facebook https://www.facebook.com/pages/La-Viratta/154172118007137
2 - Siga o blog do La Viratta no Blogger - http://tinyurl.com/k2c3n2k3 - Clique em "quero participar" na aba de promoções do sorteie.me
4 - Compartilhar publicamente o link da promoção e marcar cinco amigos.

O sorteio será realizado apenas quando a página chegar a 100 curtidores!

Prêmio:

obrigada! 

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Linhas Tortas



Alguns às vezes me tiram o sono, mas não me tiram o sonho Por isso eu amo e declamo, por isso eu canto e componho Não sou o dono do mundo, mas sou um filho do dono Do verdadeiro patrão, do verdadeiro patrono
E aí, Gabriel, desistiu do cachê? Cancelei um trabalho aí, pra não me aborrecer Explica melhor, o que foi que você fez? Tá, tudo bem, eu explico pra vocÊs Tudo começou na aula de português Eu tinha uns cinco anos ou talvez uns seis Comecei a escrever, aprendi ortografia Depois as redações, “para nossa alegria!” A professora dava tema livre, eu demorava pra escolher um tema Mas depois eu viajava e nessas viagens surgiam Pensavam, sentiam, choravam, sorriam E a minha tia-avó, veja só você Me deu de aniversário uma máquina de escrever Eu me senti um baita jornalista, tchê Que nem a minha mãe, que trabalhava na TV Depois, aos 15, mas com muita timidez Fiquei muito sem graça com o que a professora fez Ela pegou meu texto e leu pra turma inteira ouvir Até fiquei feliz, mas com vontade de fugir Então, eu descobri que já nasci com esse problema Eu gosto de escrever, eu gosto de escrever Crer, ver, crer Eu gosto de escrever e escrevo até poema
Meu pai eu confesso Eu faço prosa e verso Na feira eu vendo livro No show eu vendo ingresso Na loja eu vendo disco Já vendi mais de 1 milhão Se isso for um crime Quero ir logo para a prisão (x2)
Ih, Pensador, isso é grave, heim É, vovó dizia que eu já escrevia bem Tentei me controlar, me ocupar com o esporte Surf, futebol, mas não era o meu forte Um dia eu fiz uns RAPs e achei que tava bom Me batizei de Pensador e quis fazer um som Ficar famoso e rico nunca foi minha meta Minha mãe já era isso, eu só queria ser poeta Meu pai, um homem sério, um gaúcho de PoA Formado em medicina, não podia acreditar Ao ver o seu garoto Gabriel Com os fones no ouvido, viajando com a caneta no papel O que cê tá fazendo? Vai dormir, moleque Ah, pai, pera aí, eu só to fazendo um RAP Ninguém sabia bem o que era Mas eu tava viciado naquilo e viciei uma galera
Meu pai eu confesso Eu faço prosa e verso Na feira eu vendo livro No show eu vendo ingresso Na loja eu vendo disco Já vendi mais de 1 milhão Se isso for um crime Quero ir logo para a prisão (x2)
Não to vendendo crack, não to vendendo pó Não to vendendo fumo, não to vendendo cola Mas muitos me disseram que o que eu faço é viciante E vicia os estudantes quando eu entro nas escolas Até os professores às vezes se contaminam Copiam minhas letras e textos e disseminam Sementes do que eu faço, já não sei se é bom ou mau Mas sei que muito aluno começa a fazer igual Escrevendo poemas, escrevendo redações Fazendo até uns RAPs e umas apresentações Me lembro dos meus filhos, a saudade é cruel Solidão me acompanha, de hotel em hotel Casamento acabou, eu perdi na estrada O amor que ainda tenho é o amor da palavra É falar e cantar, despertar consciência Dediquei a vida a isso e a maior recompensa É servir de referência pra quem pensa parecido Pra quem tenta se expressar e nunca é ouvido É olhar pra minha frente e enxergar um mar de gente E mergulhar no fundo dos seus corações e mentes É esse o meu mergulho, não é o do tio Patinhas É esse o meu orgulho, escrever as minhas linhas Escrevo “Linhas Tortas” inspirado por alguém Que me deu uma missão e eu tento cumprir bem Escuto os corações, como um cardiologista Traduzo o que eles dizem, como faz qualquer artista Que ganha o seu cachê, que é fruto do trabalho De cigarra e de formiga, eu não sei o quanto eu valho Mas sei que quando eu ganho, divido e multiplico E quanto mais eu vou dividindo, mais eu fico rico Rico da riqueza verdadeira que é de graça Como um só sorriso que ilumina toda praça Sorriso emocionado de um senhor experiente Em pé há duas horas, debaixo do sol quente Ouvindo os meus poemas em total sintonia Eu sou ele amanhã e hoje é só poesia
Meu pai eu confesso Eu faço prosa e verso Na feira eu vendo livro No show eu vendo ingresso Na loja eu vendo disco Já vendi mais de 1 milhão Se isso for um crime Quero ir logo para a prisão (x4)
… Que que é isso aí, é droga? Não, mas faz quem usa viajar É o quê? É arma? Não, mas faz quem usa ser mais forte Que que cê vai fazer com isso? Eu vendo isso pra quem tem poder de compra dos que não podem comprar E ajudo a aplicar no povo e explico o modo de usar Eu vendo livros, cara É um bom negócio? Honesto e bom, pode crer E a melhor parte é poder entregar sabendo que alguém vai ler Tem gente que escreve por ego, ou só pra fazer firula Meu texto é simples, sincero, é tinta que sai da medula Eu chuto as palavras pra fora e elas que vem me buscar Num jogo de bola e gandula…